Treze anos depois de ter chegado a Portugal, a marca Dacia vai ganhar autonomia relativamente à francesa Renault. A nova estrutura exclusiva da marca passa a ter uma direção-geral, assegurada por José Pedro Neves, enquadrada na estratégia “Renaulution”. A marca anunciou também a criação de uma estrutura autónoma de marketing e vendas, com a nomeação de Vanda Silva como diretora de marketing.
De acordo com o diretor-geral da Dacia Portugal, a marca “é um caso extraordinário de sucesso, com um modelo de negócio único no mercado, desde a fabricação à comercialização, conceito que outras marcas nunca conseguiram replicar. Mas queremos ganhar ainda mais notoriedade, indo ao encontro de um cada vez maior número de clientes que valorizam a racionalidade, a compra inteligente, mas sem abdicarem dos valores que têm ajudado a construir a reputação da marca: oferecer o essencial, redefinindo-o, a um preço sem concorrência, fiabilidade, mas também modernidade, tanto ao nível do design ou mesmo das tecnologias, como confirmam modelos como o Novo Sandero e o Duster”.
No último ano, o Sandero tornou-se o automóvel mais vendido a particulares; do mesmo modo, a marca foi lider de vendas de automóveis bi-fuel (gasolina/GPL) no nosso país, com uma quota de mercado de 53%.
A rede de concessionários da marca continua a ser, no entanto, a da Renault, como explica José Pedro Neves ao afirmar que se trata da “maior rede de distribuição do país, sinónimo de proximidade com o cliente e com equipas também exclusivamente dedicadas à marca. Por exemplo, hoje, do total de comerciais alocados à marca, mais de 50 por cento trabalham-na em exclusivo. A rede tem tido um papel chave no sucesso que a Dacia já alcançou e estou seguro que será uma das principais alavancas para alcançarmos as novas ambições da marca”.













